Adicionado por em 2015-06-15

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Iniciativa inédita reunirá vídeos, imagens e material jornalístico para o resgate da história da cidade

museuNa próxima quarta-feira, 17 de junho, será lançado o Museu Virtual Uberlândia de Ontem e Sempre, iniciativa inédita que resgata a história da cidade por meio de vídeos, matérias jornalísticas e fotografias. O acervo pertence ao publicitário Celso Machado e à empresária Rosilei Ferreira Machado. Ele é resultado de anos de produção jornalística focada no resgate de memória local, produzidos pela Close Comunicação. O lançamento acontecerá na sede da Algar Holding, para professores da rede municipal de ensino.

O endereço para acesso é www.museuvirtualdeuberlandia.com.br. Nele, o internauta encontrará vídeos antigos, como o documentário “Uberlândia, cidade menina”, produzido na década de 1950 e recuperado pela Close. O acervo conta também com matérias jornalísticas feitas para o Programa Close, Linha Direta, Uberlândia de Ontem e Sempre e Perguntar Não Ofende. Nelas, é possível conhecer um pouco mais sobre pessoas, acontecimentos e lugares que fazem parte da história da cidade.

Para a proponente do projeto, Rosilei Ferreira Machado, uma das fundadoras da Close Comunicação, o Museu Virtual foi a forma que a empresa encontrou para eternizar o registro da história de Uberlândia, que há mais de 40 anos vem sendo levantado e preservado. Os programas de TV que compõem boa parte do acervo foram veiculados em emissoras abertas e fechadas por um período limitado de tempo.

Após a exibição, todos os arquivos foram mantidos em suas mídias originais (rolo de filme, u-matic, beta, VHS, DVD), sem nunca terem sido descartados, dado seu valor histórico. Os primeiros foram produzidos ainda nos anos de 1980. “Há cerca de três anos, começamos a pesquisar alternativas tecnológicas e de financiamento para viabilizar a digitalização. Sabíamos do valor histórico das produções e jogar aquilo tudo fora seria um grande desperdício”, conta Celso Machado.

O Museu Virtual tem como proponente do projeto Rosilei Ferreira Machado, é incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura do Estado de Minas Gerais, registrado no CA 1572/001/2013 onde conta com patrocínio da Algar. Também conta com recursos da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal (Lei Rouanet) onde tem o patrocínio do Hospital Santa Clara, Dreste Construtora e ValeCard. As plataformas tecnológicas que permitem a disponibilização dos conteúdos foram desenvolvidas pelas empresas Replay4Me e Joga no Google.

Recursos humanos e tecnológicos
A equipe do projeto conta com três profissionais dedicados, que assistem aos conteúdos, fazem a digitalização, inserem nas plataformas digitais e disponibilizam no site.

Semanalmente, serão divulgados cinco novos vídeos, além de fotos e matérias de revistas antigas. Os temas serão variados, passando por esporte, prédios públicos, personalidades, causos, etc. “Nossa proposta é dar vida a um conteúdo pouco veiculado. Queremos que os vídeos se transformem em material pedagógico, onde professores possam ensinar a história de Uberlândia de uma nova maneira. Pesquisadores ganharão uma base inédita para estudos acadêmicos sobre a cidade, seus costumes, economia, cultura, população”, diz Adriana Sousa, jornalista que faz parte da equipe.

Após a seleção inicial, os arquivos analógicos são convertidos das mídias originais para o formato digital, que é salvo em um sistema desenvolvido pela empresa Replay4Me, também de Uberlândia. Trata-se de uma plataforma na nuvem para digitalização e armazenagem do conteúdo em vídeo por meio de metadados (título, descrição, categoria, tags, entre outros). Esse processo facilita a organização e pesquisa do acervo, que aos poucos será disponibilizado no site do Museu.

Instituto Algar vai lançar concurso
Com base na riqueza do conteúdo para o ensino de história da cidade, o Instituto Algar vai lançar no segundo semestre um concurso para que os professores desenvolvam modelos pedagógicos a partir do conteúdo disponibilizado no Museu Virtual.

“A gente escolheu patrocinar o projeto porque viu nele um grande potencial educativo. Quando as pessoas conhecem a história de sua cidade, elas entendem melhor o lugar onde vivem, suas raízes e os traços particulares de sua cultura”, disse Carolina Toffoli, Coordenadora do Instituto. Os detalhes serão divulgados em agosto, quando a Algar vai sediar um encontro nacional voltado para professores de jornalismo.

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