Adicionado por em 2015-12-07

Want create site? Find Free WordPress Themes and plugins.

Em-Sociedade-0257por Celso Machado

Comentar sobre festas particulares sempre me pareceu um assunto delicado. Porque pode levar pessoas mais críticas e maliciosas a fazer avaliações equivocadas. E também porque entendo que deve ficar no âmbito dos colunistas sociais, que estão mais qualificados para abordar o tema.

Mas, e há sempre um “mas”, tem alguns eventos cujo significado e relevância merecem ser abordados sob alguns ângulos diferentes. É esta avaliação que faço da inesquecível reunião comemorativa dos 50 anos da Arcom, que ocorreu no primeiro dia deste mês de dezembro. Para quem não teve o privilégio de estar presente, pode parecer óbvio a grandiosidade e encanto desse encontro.

O local “Center Convention”, por sua estrutura e funcionalidade, dispensa comentários. Os anfitriões, como sempre, esbanjando simpatia e atenção. A organização, produção e ambientação, impecáveis. O buffet e o serviço, de primeiríssima qualidade.

A parte artística fica até difícil de descrever pela quantidade e qualidade dos músicos que estiverem presentes. Melhor dizer que foi um desfile dos mais renomados artistas da música sertaneja. E, de quebra, um “pagodeiro” conhecido, reconhecido e querido. Uma espécie de show de virada de ano da Globo. Só que ao vivo. Com espontaneidade, improviso e, sobretudo, muito calor humano. E para uma plateia limitada. Que, como era de esperar, saboreou, inebriada, cada apresentação. A “improvisação organizada”, conduzida com habilidade e simpatia por Alexandre Pires e a dupla Vitor & Leo, mostrou a afinidade que eles têm, tanto com seus colegas músicos, quanto com a família Arcom. A versatilidade da banda, que deu conta de acompanhar músicos de estilos próprios tão diferentes, comprovou o talento de seus componentes.

Pois é, foi assim. Imagine tudo de bom e melhore um pouquinho mais. Um pouquinho não, muito.

Os mais “apressadinhos” que não estiveram lá podem pensar que fazer uma festa desse nível é uma questão financeira. Aí é que, no meu entendimento, entra o “mas”. A festa dos 50 anos da Arcom foi um show, não pelo investimento feito. Ainda que isso tenha seu peso. Foi bonita, encantadora e inesquecível pelo seu significado e desdobramento.

Os artistas, todos conhecidos e famosos, não economizaram em demonstrar seu afeto e proximidade com os donos da festa. E estes, por sua vez, de transmitir que estavam fazendo aquele evento com um significado autêntico: compartilhar com amigos, colaboradores e fornecedores a celebração de uma data marcante. Celebrar com a vontade verdadeira de compartilhar. Porque deu para perceber que ela foi preparada para homenagear a empresa e seus dirigentes, mas teve o toque deles. O jeito deles. Simples, mas refinado. Foi realmente um daqueles momentos que só quem viveu sabe avaliar o encanto daquela noite memorável, inesquecível. Dessas raras para registrar e guardar na história.

Uma festa que só poderia ser promovida por quem a fez. Que tem o DNA de uma família. Numa noite em que estiveram presentes os mais consagrados nomes da música brasileira, o show mais tocante, o mais belo foi de uma dupla simples e encantadora: D. Marlene e sr. Dilson.

PUBLICADO NO CORREIO DE UBERLÂNDIA EM 5 DE DEZEMBRO DE 2015.

Did you find apk for android? You can find new Free Android Games and apps.

Deixe um Comentário