Adicionado por em 2016-09-26

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capa almanaque 11Por Celso Machado,

O lançamento de uma nova edição do almanaque “Uberlândia de Ontem e Sempre” é motivo de uma alegria enorme para todos que nos envolvemos na sua produção.

A sensação indescritível de mais uma publicação realizada, de poder resgatar e compartilhar tantas histórias de uma cidade que não é antenada em documentá-las, reencontrar bons e queridos amigos numa noite agradável, são acontecimentos que dão um significado especial à nossa jornada.

Nesta terça (20 de setembro) vivemos momentos assim. De velhas e novas emoções. De encontros e reencontros. De compartilhar sentimentos e recordações.

Desta vez procuramos dinamizar o evento mas sem perder sua essência. Por isso, ao invés de mensagens de saudação, apresentamos trechos de matérias que fazem parte do conteúdo da edição número 11.

Foi tocante relembrar nosso jornalista multi-talentoso Luiz Fernando Quirino no primeiro programa da série que criou e produziu “Perguntar não ofende”. Justamente aquele em que entrevista seu filho Mauricio Ricardo que, por sinal estava presente. Emoção não apenas para ele, mas para todos que participaram.

Conhecer por meio do seu primeiro presidente, José Ribeiro, como foi constituída a Unimed Uberlândia,  que completou 45 anos em agosto passado. Informações complementadas por outros médicos que fizeram parte dessa iniciativa, como Dr. Hermilon e Dr. Edahir.

Essa noitada permitiu até que os próprios anfitriões comemorassem os 25 anos da produtora Close. Acontecimento marcante no segmento de comunicação da cidade, mas que havia passado praticamente em branco. E que foi relembrado com a alma que a empresa tem, por meio de um “padre-nosso” rezado por todos os presentes.

Por fim a homenagem maior a Nininha Rocha, a pianista dos pés descalços.

Ela, além de um lindo quadro desenhado pelo artista José Ferreira Neto, recebeu tocante homenagem musical de um velho companheiro e um dos ícones do meio artístico de nossa cidade, Nicolau Sulzebck.

Quanta beleza na apresentação conjunta que fizeram, tirando de nossos corações aquele encanto de se permitir ser tocado pela sensibilidade de lindas melodias.

Tudo isso num ambiente descontraído, de gente amiga que muitas vezes passa longo tempo sem se encontrar. Só isso já é um motivo de grande alegria.

É a magia da sinceridade. Da simplicidade. Da descontração.

Vale ressaltar o local, com aquele jeito aconchegante de ser que o Cajubá Country Clube proporciona. De um bom serviço e pessoal muito atencioso no atendimento.

Ah e claro, vale destacar a gostosa mesa de frios e caldos, a cerveja Itaipava super gelada, sorvete Tarumã e café Cajubá.

E mesmo sendo uma noite totalmente dedicada a história e a memória de Uberlândia, reconhecer que a coxinha do bar Apolo, de Araguari, servida durante o evento, é incomparável. Quem esteve presente, com toda certeza, concorda com essa afirmativa.

Em momentos assim, dificuldades de produção, de custeio, de identificar fontes, registros e tantos desafios mais são relegados.

Ficam apenas as velhas e novas emoções de viver e reviver passagens marcantes de uma cidade incomparável, a nossa querida Uberlândia!

Publicado originalmente no jornal Correio de Uberlândia, veiculado em 24 de setembro de 2016.

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