Adicionado por em 2014-05-29

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Documentário produzido em Uberlândia presta homenagem a uma das maiores artistas da cidade

No mês das mães, Uberlândia ganha um grande presente: “Tons de Cora”, um documentário sobre a trajetória da musicista e educadora Cora Pavan Capparelli. A produção executiva é de Celso Machado, da Close Comunicação, com direção da jornalista Nara Sbreebow. A estreia aconteceu dia 8 de maio, no Teatro Municipal de Uberlândia, em sessão para convidados. No dia 17 de maio, foi realizada uma sessão aberta ao público no Cinemark, Uberlândia Shopping.

Primeira musicista diplomada de Uberlândia, teve que ir a São Paulo, por meio de autorização do pai, para se graduar em Canto e Música, pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, e em História e Geografia, pela Pontifícia Universidade Católica (PUC). Com perfil inquieto e um amor incontestável ao conhecimento, Cora rege corais e atua na Associação Pró-Música, além de realizar o Festival de Cordas Nathan Shwartzmam – já na 10a edição.

Cora Pavan Capparelli é referência da música em Uberlândia e na região do Triângulo Mineiro. Foi fundadora do Conservatório Estadual, precursora do ensino superior de Música e Artes Plásticas – mais tarde federalizado e integrado aos cursos da Universidade Federal de Uberlândia.

O documentário não tem uma estrutura cronológica linear, ele é composto por fragmentos da memória que a partir do ponto de vista da equipe, são da maior relevância pra entender o fazer artístico no interior do país num período que a informação era lenta e restrita.

Tons de Cora mostra um pequeno recorte de uma vida dedicada à cultura e que interferiu em tantos destinos e gerou multiplicadores em todo o país e no mundo. Preconceitos, quebra de tabus, realizações e grandes conquistas resultaram numa trajetória interessante, na qual as novas gerações podem se espelhar.

Abordagem

A história é contada a partir de três camadas narrativas. Entre elas a ficcional, com licença poética, recria passagens dessa trajetória que se inicia na década de 1940. Para reconstruir trechos desta história participaram do elenco Valeria Gianecchini, Ivens Tilman, Katia Lourenço, Mariana Montezel, Deivid Osborges, Renan Bonito, Gabriela Santos, Emilliano Freitas, Lilian Morais, Iara Magalhães, Carlos Guimarães, Betânia Côrtes, Neivaldo Silva – Magoo, além de figurantes e músicos do Conservatório Estadual Música Cora Pavan Capparelli, faculdade de música da Universidade Federal de Uberlândia e equipe de bailarinos mirins da escola UAI Q Dança, em especial os bailarinos Ana Claudia da Motta Coelho de Resende e Fernando Borges Seha.

“A exibição no Teatro Municipal tem um caráter próprio, que somente quem for entenderá a sensação que a equipe pretende passar”, como disse Celso Machado, produtor executivo do projeto. “Será um documentário dentro do documentário. Um cine teatro literalmente”. Parte das gravações teve como cenário o próprio teatro.

O longa, com 90 minutos de duração conta com o patrocínio da ALGAR e do INSTITUTO ALAIR MARTINS. Foi produzido pela CLOSE COMUNICAÇÃO e Nós Projetos de Conteúdo e incentivado pela Prefeitura de Uberlândia através do Programa Municipal de Incentivo à Cultura e pelo Governo de Minas Gerais através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. Teve como proponente o editor Diego Goar.

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Categoria:

Notícias

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