Adicionado por em 2015-03-09

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Capa-Almanaque8-FINAL.inddpor Celso Machado

Nesta terça, dia 10, estamos lançando o oitavo almanaque “Uberlândia de Ontem e Sempre”. Graças a lei estadual de incentivo à cultura do Governo de Minas Gerais, do patrocínio do Instituto Algar, do apoio de empresas e instituições uberlandenses e da dedicação fantástica de uma equipe de colaboradores entregamos a cidade mais um documento significativo de sua memória.

Pode parecer convencimento (confesso que isso não me aborrece), mas considero uma publicação sob medida para quem gosta de Uberlândia. Para quem quer conhecer ou relembrar passagens, histórias e acontecimentos relevantes de sua trajetória. Este oitava edição está repleta de registros valiosos. A começar pela capa, um belíssimo trabalho do artista André Maurício, que homenageia o maior artista uberlandense Grande Otelo. O centenário desse fantástico ator é retratado numa bela matéria produzida pelo jornalista Carlos Guimarães.

Apresenta a ligação de um dos maiores cardiologistas mundiais, Adib Jatene com Uberlândia, cidade onde viveu parte de sua infância e adolescência. E, quis o destino, foi palco de sua última homenagem em vida.Traz uma história de amor correspondido, a de Cícero Naves com o Praia. E tem mais, muito mais. A homenagem ao atacante Ferreira, único jogador que atuando pelo “Verdão” foi convocado para a seleção brasileira.

Relembramos momentos marcantes como o famoso Baurú do Bené, o cineminha do Baía, a bota feita sob encomenda para o Buck Jones, as glórias do Floresta, o “dragão da Vila”. A presença de Senna no kartódromo do Caça e Pesca. Contamos como foi a criação da Faculdade de Odontologia e o trabalho daqueles que lutaram para torná-la realidade.

Resgatamos informações históricas como o início da implantação do serviço de água ainda nos tempos de Uberabinha. Como eram as primeiras farmácias e os serviços que ofereciam. Entre tantas, tem uma preciosidade recuperada pelo notável Oscar Virgílio Pereira: o regimento interno da pensão da dona Maroca, prestigiado estabelecimento da zona boemia de Uberlândia do final da década de 40 e início da de 50.

Interessante e curioso apresenta um padrão de comportamento que justifica o título da matéria: “Zona, mas com todo respeito!”. A diversidade de assuntos, a forma respeitosa de tratar todos eles, a competência e talento do Seara em diagramar e editá-los me deixa com muito orgulho de ter produzido esta oitava edição do almanaque. De poder compartilhar histórias da minha cidade para quem gosta de Uberlândia.

E me fazem voltar no tempo, de quando jovem, uma vez por mês, num domingo à tarde saia da CTBC com as mãos todas sujas de tinta distribuindo para quem estava na fila do cine Regente e para quem encontrava na rua, o jornal interno produzido num velho mimeografo à álcool.
Cada vez que circula uma nova edição do almanaque o menino renasce dentro de mim.

PUBLICADA NO JORNAL CORREIO DE UBERLÂNDIA NO DIA 7 DE MARÇO DE 2015.

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Categoria:

Mineiridades

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