Adicionado por em 2016-10-01

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amigosPor Celso Machado,

Mês passado, por gentileza de um casal de amigos, minha esposa e eu tivemos oportunidade de conviver com um casal muito especial.

Que não conhecíamos, moram bem longe, na querida terra lusitana e que nos acolheram de uma maneira indescritível.

Confesso que tenho tido, também assistido, gestos de carinho e atenção marcantes, mas nunca tinha presenciado um casal receber nove outros da forma com que fomos recebidos.

Com uma programação minuciosa, detalhes inimagináveis, tudo de bom e do melhor.

E o mais relevante com afeto, com amizade. Com verdadeiro desejo de nos permitir desfrutar da beleza da alma da gente portuguesa.

Conhecemos a riqueza de uma culinária saborosa, a diversidade de vinhos fantásticos incluindo sua elaboração e processos. Lugares encantadores, pessoas generosas.

Fizeram de tudo para nos agradar. Não foram poucos os momentos em que percebíamos que queriam adivinhar o que gostaríamos de conhecer, de saborear, de visitar.

Conseguiram. Mais do que isso, foram além. Brindaram-nos com uma receptividade dessas que a gente nunca mais vai esquecer.

Evidente que ao desfrutar do bom e do melhor não há quem não fique tocado. Mas quando a gente percebe, e eles foram absolutamente generosos nisso, que por trás de cada gesto havia a pureza da melhor das intenções, ficamos sensibilizados.

Em momentos assim minha imaginação viajante me faz refletir sobre a beleza do ser humano e sobre a diminuta dimensão do planeta terra.

Quem diria que tão longe daqui íamos encontrar pessoas tão próximas. Que não conhecíamos e uma semana depois já se tornariam amigos do peito. Desses que a canção do Milton Nascimento descreve tão bem.

Como é instigante perceber que muitas vezes convivemos com gente bem próxima que não está nem aí para nós e ao mesmo tempo, existem outras que não conhecíamos, morando a milhares de quilômetros daqui, que se importam de verdade conosco.

A dimensão do fascínio de viajar nesses casos oferece um aspecto para o qual nem sempre atentos: a possibilidade de encontrarmos quem tem afinidade conosco mesmo sem termos convivido.

Vivenciar o real significado da palavra empatia.

Pois é, minha esposa e eu que temos tido maravilhosas experiências de viajar, vamos enriquecendo nosso acervo de memória e boas recordações não apenas com lugares lindos mas igualmente com pessoas incríveis. Dessas que vale a pena conhecer e relacionar.

Quem sabe a gente consegue retribuir um pouquinho do tanto que nos ofereceram quando da próxima vinda deles ao Brasil.

Obrigado Isabel e Luis por tudo que fizeram por nós. E principalmente por permitirem nos tornar seus amigos.

Por estarem longe, mas tão perto!

 

PS – No rol dos que moram longe mas tão perto, incluo os amigos Tania e Pedro Milhomens.

 

 

 

 

 

 

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